terça-feira, 10 de maio de 2011

Homem com sete passagens invade prédio de luxo e faz crianças reféns

Moradores de um prédio de luxo localizado nas proximidades do Shopping Pantanal passaram por momentos de pânico na noite de ontem. Um ex-presidiário invadiu o condomínio e fez duas crianças como refém.
A polícia agiu rápido e conseguiu render o acusado, que foi identificado como Raimundo Mercado, 31 anos. Ele já possui sete passagens pela polícia. A última passagem dele foi em fevereiro deste ano.
Entre os processos que Mercado responde está uma invasão às lojas Americanas, no Pantanal shopping, em novembro de 2009. Ele furtou várias barras de chocolate. A Polícia Militar foi acionada e o acusado foi preso em flagrante e encaminhado à delegacia de Polícia. O acusado foi colocado em liberdade cerca de 1 mês depois.
(Fonte: O Documento)


Delegado e empresário são presos pela PF; dentista confirma laudo falso por R$ 2,5 mil

Foram cumpridos nesta segunda-feira mandados de prisões preventiva expedidos pela 7ª Vara Federal de Mato Grosso, a pedido do Ministério Público Federal, em face do delegado de Polícia Civil Márcio Pieroni, então chefe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), e do empresário Josino Pereira Guimarães, acusado de assassinar o juiz de Direito Leopoldino Marques do Amaral em 1999.

Além do pedido de prisão, o Ministério Público Federal também denunciou Márcio Pieroni, Josino Pereira Guimarães, seu irmão Cloves Luiz Guimarães, Gardel Tadeu Ferreira de Lima e o detento Abadia Paes Proença pelos crimes de formação de quadrilha armada, denunciação caluniosa, falsidade ideológica, fraude processual, interceptação telefônica para fins não autorizados em lei, quebra de sigilo funcional e violação de sepultura.

A acusação refere-se à montagem de uma investigação paralela comandada pelo delegado Pieroni para tentar levantar suspeitas das provas que subsidiam o processo judicial, em trâmite na Justiça Federal, no qual Josino Pereira Guimarães será julgado em breve por um Júri Popular pelo assassinato do Juiz Leopoldino.

A investigação na Polícia Civil - Para iniciar a investigação paralela, Pieroni relatou a existência de um falso crime de ameaça. O objetivo era plantar dúvida sobre a morte do juiz, afirmando que ele estaria vivo e morando na Bolívia.
(Fonte: O Documento)

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